10 e 11 de junho de 2010 Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
Submissão de trabalhos, programação e mais informações pelo site:
http://proex.epm.br/eventos10/drogas/index.html
Espaço aberto àqueles que se interessam pelo fenômeno cultural do consumo de substâncias psicoativas e que queiram compartilhar informações relativas ao uso de drogas ou de plantas de poder. Bibliografias, perspectivas de estudo, construções epistemológicas, eventos culturais, científicos e experiências de pesquisa serão recorrentes nesse espaço de esclarecimento.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Simpósio Internacional: Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia

Povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadores e governos irão discutir sobre os Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia
Pesquisadores, representantes de povos e comunidades tradicionais, de organizações não-governamentais e dos países da região amazônica, se reunirão no Brasil para dialogar sobre os conhecimentos tradicionais na Pan-Amazônia. O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia pretende ser um espaço de trocas de experiências sobre as questões relativas aos saberes de povos e comunidades tradicionais, que congregará representantes de instituições e organizações da Bolívia, do Brasil, da Colômbia, do Equador, da Guiana, do Peru, do Suriname, da Venezuela e da Guiana Francesa.
O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia será realizado entre os dias 14 e 16 de julho de 2010, na cidade de Manaus, na Amazônia brasileira, pela Universidade do Estado do Amazonas, através do Núcleo Sociedade e Culturas Amazônicas (NCSA/CESTU), com apoio do CNPq e da Fundação Ford. O evento foi programado para atender à demanda de pesquisadores e movimentos sociais, objetivando o aprofundamento das discussões sobre a regulação jurídica dos conhecimentos tradicionais e a relação desses saberes com territorialidades específicas. A riqueza amazônica não é apenas biológica, mas também social. Sua diversidade cultural é expressa por meio dos vários povos e comunidades, com denominações, modos de vida e sistemas de regras próprios, sejam eles indígenas, quilombolas, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, piaçabeiros, castanheiros e ribeirinhos, dentre outros.
Os debates atuais em torno do acesso e do uso de saberes de povos indígenas e de comunidades tradicionais têm articulado temas variados, relacionados à conservação ambiental, aos direitos humanos e à propriedade intelectual, suscitando questões muito complexas. O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia visa alcançar um público amplo e difuso que reflita a diversidade de agentes sociais envolvidos nesses debates. Um dos principais objetivos do evento é promover o intercâmbio científico entre os países da região amazônica, propiciando um espaço social de relações de pesquisa e debate.
O Núcleo Cultura e Sociedades Amazônicas (NCSA), do Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido (CESTU), é composto por uma equipe interdisciplinar que realiza pesquisas científicas no âmbito do Projeto Novas Cartografias Antropológicas, juntamente com representantes de movimentos sociais. O NCSA conta com o banco de dados do Instituto de Referência Cultural sobre Povos e Comunidades Tradicionais, resultado dos trabalhos desenvolvidos durante seis anos por pesquisadores do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia.
As inscrições e a programação estarão disponíveis em breve.
Informações: conhecimentostradicionais.pncsa@yahoo.com
http://www.novacartografiasocial.com/simposio_pan_amazonia.asp
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Matéria da Revista Mente e Cérebro: "Alucinógenos ajudam a controlar distúrbios"

Matéria original disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/alucinogenos_ajudam_a_controlar_disturbios.html
Psilocibina, substância retirada de cogumelos, traz bons resultados em tratamentos para reduzir ansiedade e ataques de enxaqueca; pesquisadores investigam agora a capacidade do componente de aliviar sintomas característicos do transtorno obsessivo-compulsivo(TOC).
Flashback: um homem de meia-idade entra em uma sala com móveis confortáveis, senta-se em um sofá e recebe um comprimido. Depois de ingerir a pílula, um médico coloca uma venda sobre seus olhos, fones em seus ouvidos e o convida a deitar-se. Ele começa a ouvir uma suave música clássica e, durante as oito horas seguintes, o homem que se autodefine religioso embarca em uma jornada interna, desencadeada pela droga psilocibina, o ingrediente ativo dos cogumelos alucinógenos.
O experimento faz parte de uma pesquisa com 36 participantes destinada a explorar os efeitos farmacológicos e psicológicos da psilocibina, comparando-os aos de um controle ativo, o cloridrato de metilfenidato (conhecido como ritalina). Vinte e duas pessoas afirmaram ter tido experiências místicas com a psilocibina e 24 as consideraram as mais significativas de sua vida, equivalentes ao nascimento do primeiro filho ou à morte de um dos pais. Durante a fase de acompanhamento, “eles continuaram a relatar mudanças positivas na atitude e no comportamento”, disse o coordenador dos estudos Roland Griffiths, da Universidade Johns Hopkins. “Para eles a experiência continuou a ser significativa tanto no aspecto pessoal quanto no espiritual.”
Além de Griffiths, outros pesquisadores têm se dedicado a investigar os efeitos psicológicos e fisiológicos de componentes psicodélicos que mimetizam o neurotransmissor serotonina. Charles Grob, do Centro Médico Harbor-Ucla (Universidade da Califórnia em Los Angeles), por exemplo, analisa os efeitos da psilocibina na redução da ansiedade em pacientes terminais de câncer. Francisco Moreno, da Universidade do Arizona, pesquisa sua capacidade de aliviar os sintomas que caracterizam o distúrbio obsessivo-compulsivo e, em estudos com outros alucinógenos, tais como o MDMA, mais conhecido como ecstasy, começou a explorar seus possíveis benefícios.
Os estudos com essas drogas ressurgiram em 1990, quando o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que regula o uso de alimentos e medicamentos, encerrou uma moratória de duas décadas, autorizando pesquisas sobre os efeitos em seres humanos do DMT (dimetiltriptamina), poderoso alucinógeno de ação rápida e duração curta do efeito, anos depois de instituições respeitáveis terem abrigado pesquisas questionáveis. Timothy Leary, por exemplo, ganhou popularidade internacional em razão de suas experiências com LSD feitas enquanto era professor da Universidade Harvard. Por isso, há quem tema a repetição desses fatos. Outro caso é o do ecstasy, que se tornou popular depois que certos psiquiatras o utilizaram em um contexto terapêutico incomum.
Como consequência, obter verbas para essas pesquisas continua um enorme desafio. Embora o Instituto Nacional Contra o Abuso de Drogas (Nida) tenha financiado o estudo com a psilocibina, a instituição não está interessada nos potenciais usos terapêuticos. “Estamos abertos ao estudo de todas as classes de drogas ilícitas que viciam”, declara o pesquisador David Shurtleff, diretor da Divisão de Pesquisas Básicas de Neurociência Comportamental do Nida. “Mas estamos longe de pensar em tratamentos com esses compostos. Ainda há muitas questões sobre como eles interagem com o indivíduo.”
Por serem ilícitas, a psilocibina e substâncias psicodélicas semelhantes podem sofrer a mesma resistência à indicação terapêutica que a maconha teve nos últimos anos. Porém, mesmo observadores externos à pequena comunidade de pesquisadores dos alucinógenos notam uma diferença qualitativa entre esses dois casos: “A grande quantidade de estudos científicos em relação à maconha foi exatamente o erro nos trabalhos com psicodélicos no passado. Não havia estudos bons e controlados”, diz Herbert Kleber, que dirige a divisão de abuso de substâncias da Universidade Colúmbia. “Havia a clara impressão de que muito dinheiro e esforço haviam sido empregados na legitimação da droga para uso recreativo.”
Pesquisadores que trabalham com alucinógenos estão se esforçando para oferecer um bom e controlado estudo sobre seus efeitos no corpo humano. “Os animais podem receber qualquer droga que vicia o ser humano. Mas eles não se autoinjetam psilocibina, LSD ou outra droga psicodélica”, explica Charles Schuster, da Universidade de Waine State e ex-diretor do Nida. “É um fenômeno exclusivamente humano”, o que torna tal pesquisa carregada de perigos. O MDMA mostrou alguns danos nos estudos com animais, e a psilocibina pode desencadear esquizofrenia e outras doenças mentais em pessoas sensíveis. “Apesar de toda nossa preparação, 30% dos voluntários tiveram uma experiência significativa de medo, algumas delas acompanhadas por paranoia”, observa Griffiths. “É fácil notar como isso pode agravar comportamentos perigosos.”
Mas em local apropriado, com supervisão adequada, as drogas psicodélicas como a psilocibina demonstram ser eficientes no tratamento de angústias em pacientes terminais ou mesmo em viciados em drogas, oferecendo o tipo de experiência espiritual da qual programas como os Alcoólicos Anônimos dependem. A psilocibina já demonstrou algum potencial terapêutico em outras áreas da saúde. Pesquisadores do Hospital McLean de Belmont, Massachusetts, descobriram que esse composto parece bloquear os ataques de enxaqueca. Além disso, o tranquilizante alucinógeno quetamina provou ser rápido e eficiente no alívio da depressão em pacientes que não responderam a outros tratamentos, de acordo com estudo recente do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos.
Lançamento do Livro; Panteísmo - A Religiosidade do Presente, por Régis Alain Barbier
Convite de Lançamento
“Um livro pioneiro expressando formalmente a natureza filosófica, metafísica e política do Panteísmo como posicionamento existencial...”
Livraria Cultura - DIA 09 DE JUNHO ÀS 19:00 h. Rua Madre de Deus, s/n – Paço Alfândega / Recife-PE. Tel: (81) 2102-4033
Resumo da Obra:
Os diversos matizes de panteísmo divinizam a Natureza, retificando de imediato importantes divisões conceituais entre o sagrado e o mundo, a religião e a ciência, possibilitando o decorrente surgimento de três tendências: unificação, ou paz, pelo reconhecimento intuitivo e direto da unidade universal; ética, pela compreensão de que somos parte da Natureza, não a finalidade e propósito da criação; criatividade, pela absoluta e imediata identificação com o Universo criador...”. Na mitológica panteísta, a compreensão, extensa ao extremo, rende-se ao conhecimento eidético, fenomenológico, o princípio, arché, permanece ao alcance, em inserção, apreendido de imediato, contemplado e comungado nas relações e trocas, orientando o existente: a distinção justifica a criação sem dicotomizar, suscitando atos criativos, centrados e em harmonia com a Natureza, motivando um sentimento de inclusão e adequação.
Contatos com o autor Régis Alain Barbier:
Email - barbier-ra@uol.com.br
Web sites:
http://www.essencialismo.org
http://www.panhuasca.org
“Um livro pioneiro expressando formalmente a natureza filosófica, metafísica e política do Panteísmo como posicionamento existencial...”
Livraria Cultura - DIA 09 DE JUNHO ÀS 19:00 h. Rua Madre de Deus, s/n – Paço Alfândega / Recife-PE. Tel: (81) 2102-4033
Resumo da Obra:
Os diversos matizes de panteísmo divinizam a Natureza, retificando de imediato importantes divisões conceituais entre o sagrado e o mundo, a religião e a ciência, possibilitando o decorrente surgimento de três tendências: unificação, ou paz, pelo reconhecimento intuitivo e direto da unidade universal; ética, pela compreensão de que somos parte da Natureza, não a finalidade e propósito da criação; criatividade, pela absoluta e imediata identificação com o Universo criador...”. Na mitológica panteísta, a compreensão, extensa ao extremo, rende-se ao conhecimento eidético, fenomenológico, o princípio, arché, permanece ao alcance, em inserção, apreendido de imediato, contemplado e comungado nas relações e trocas, orientando o existente: a distinção justifica a criação sem dicotomizar, suscitando atos criativos, centrados e em harmonia com a Natureza, motivando um sentimento de inclusão e adequação.
Contatos com o autor Régis Alain Barbier:
Email - barbier-ra@uol.com.br
Web sites:
http://www.essencialismo.org
http://www.panhuasca.org
segunda-feira, 17 de maio de 2010
II Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas - Sistemas de poder, pluriculturalidade e integração

O evento acontecerá entre os dias 20 e 24 de setembro de 2010 - na UERJ.
A Ficha de Inscrição encontra-se no site do evento e pode ser encaminhada, junto com o resumo (até 15 linhas), tanto para a coordenação quanto para o e-mail do coordenador. O evento receberá resumos até 20 de julho. Segundo a coordenação do evento, somente poderão apresentar comunicações professores e alunos de pós-graduação e alunos de Iniciação Científica, com pesquisa em curso financiada pela Universidade ou Órgãos de Fomento.
Maiores informações sobre o evento:
http://www.congresso.nucleasuerj.com.br
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Simpósio e Encontro sobre Plantas Medicinais Recebem Inscrições de Trabalhos
Aberta inscrições de trabalhos até o próximo dia 24 no III Simpósio de Plantas Medicinais e Fitoterapia e no X Encontro da Rede Fitocerrado, que acontecem simultaneamente de 11 a 13 de junho na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Os eventos pretendem reunir profissionais das áreas de pesquisa e comércio para discutir a respeito de plantas medicinais, Fitoterapia e bioma do cerrado.
Os temas serão abordados a partir de palestras, mesas-redondas, mini-simpósios e painéis, categoria esta em que os interessados poderão apresentar trabalhos acadêmicos nas áreas de Toxicologia e Farmacologia, Etnobotânica, Bioquímica e Farmacotécnica.
As inscrições devem ser feitas pelo site: www.redefitocerrado.org.br/simposio
Os temas serão abordados a partir de palestras, mesas-redondas, mini-simpósios e painéis, categoria esta em que os interessados poderão apresentar trabalhos acadêmicos nas áreas de Toxicologia e Farmacologia, Etnobotânica, Bioquímica e Farmacotécnica.
As inscrições devem ser feitas pelo site: www.redefitocerrado.org.br/simposio
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Retrospectiva exibe 37 filmes de Jean Rouch

Por: ASCOM-UFPE
A obra de Jean Rouch, cineasta-antropólogo francês, famoso por seu trabalho sobre povos africanos, poderá ser vista pela primeira vez no Recife, entre 14 e 23 deste mês, no Cinema da Fundação. A mostra é uma realização do curso de Cinema da UFPE, a Associação Balafon (de Minas Gerais), com apoio do Ministério da Cultura, da UFPE, da Fundação Joaquim Nabuco e da Aliança Francesa do Recife.
O cineasta-antropólogo francês Jean Rouch é o mais importante realizador no campo do filme etnográfico. A mostra que chega ao Recife é comparável à realizada pela Cinemateca Francesa em 2009, com exibirão gratuita de 37 filmes do documentarista francês, entre longas e curtas, a maioria inédita no Brasil. Será uma oportunidade única para conferir títulos importantes como “A Pirâmide Humana”, “Pouco a Pouco”, “Crônica de um Verão”, “Eu, Um Negro” e “Jaguar”, além de outras obras menos conhecidas, mas igualmente fundamentais da trajetória de Rouch.
Sob a curadoria do mineiro Mateus Araújo Silva, os 37 filmes foram divididos em 17 programas. “Se muitos sabiam que Rouch é um cineasta fundamental e um africanista importante, pouquíssimos haviam tido um contato direto e efetivo com o conjunto de sua obra. Sua vasta filmografia, que aguardava uma retrospectiva ampla, agora é devidamente resgatada. Seus escritos numerosos, porém, ainda esperam a iniciativa de editores audazes para serem traduzidos entre nós”, destaca o curador.
Jean Rouch (1917-2004) atravessou o século como se vivesse sete vidas cheias de facetas e paradoxos. Ele foi ao mesmo tempo eminência parda do cinema francês moderno, antropólogo africanista com doutorado defendido na Sorbonne em 1952 sobre os Songhay, pesquisador do CNRS durante muitos anos e autor da obra mais importante de todos os tempos no campo do filme etnográfico. Como objeto privilegiado do seu trabalho, elegeu alguns países da África Ocidental (sobretudo Níger e Mali, mas também Costa do Marfim e Gana), dos quais nos deixou um acervo de imagens e sons sem paralelo. Mas também filmou muito na França e noutros países, revelando sempre, por onde tenha andado, curiosidade pelas diversas culturas e vontade de compreendê-las.
Seus filmes influenciaram a geração de cineastas da Nouvelle Vague e nos anos 60. Além disso, Rouch faz parte de uma vertente do documentário que ficou internacionalmente conhecida como "cinema verdade". Sua obra, diversas vezes premiada em Veneza, Cannes e Berlim, se compõe de documentários etnográficos ("Os Mestres Loucos" e "Sigui sintese"), sociológicos ("Crônica de um Verão") e ficções muito peculiares ("Eu, um Negro" e "Cocorico, Monsieur Poulet").
Rouch inovou o cinema técnica, ética e esteticamente. Procurou tratar seus personagens como sujeitos e não apenas objetos do discurso fílmico. Na sua visão, o desejo de investigação do filme etnográfico oferece um ponto de convergência entre a subjetividade do criador e a objetividade do pesquisador – ou, de outro modo, entre arte e ciência.
Em oposição a mestres da antropologia, como Claude Lévi-Strauss (para quem o registro cinematográfico era “como um caderno de notas, que não deveria ser publicado”), Rouch entendia o documentário etnográfico como uma forma de estabelecer um diálogo com o sujeito do seu estudo, em vez de apenas descrevê-lo. Esta mudança de paradigma seria, para Rouch, uma maneira de contribuir para que a antropologia deixasse de ser “a filha mais velha do colonialismo”.
Serviço:
Mostra Jean Rouch” em Recife – de 14 a 23 de abril, em horários variados, com copias em DVD legendadas, na Fundação Joaquim Nabuco – Rua Henrique Dias, 609, Derby. Entrada franca. Confirmar programação previamente: telefone (81) 3073.6689 e e-mail: cinema@fundaj.gov.br
Mais informações
http://cinepernambuco.wordpress.com/
http://www.flickr.com/photos/predestinos/
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