Espaço aberto àqueles que se interessam pelo fenômeno cultural do consumo de substâncias psicoativas e que queiram compartilhar informações relativas ao uso de drogas ou de plantas de poder. Bibliografias, perspectivas de estudo, construções epistemológicas, eventos culturais, científicos e experiências de pesquisa serão recorrentes nesse espaço de esclarecimento.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Sujando a imagem da pesquisa brasileira
Por: Josimar Henrique
Nas duas últimas décadas, o Brasil tem se esforçado para desenvolver pesquisas farmacêuticas na área de fitoterápicos, à revelia de qualquer apoio público de pesquisa científica. Não se pode esquecer que países europeus, como a Alemanha, saíram na frente com medicamentos nascidos de plantinhas de nossas florestas. Por lá, parece mais fácil entender que manter acesas linhas de pesquisas em fármacos e medicamentos faz parte de um plano de soberania. Por aqui, vivemos de pastos e manadas, apenas.
Houve um momento recente na História do país que os órgãos envolvidos em subvencionar, aprovar e patentear o resultado das pesquisas brasileiras em fármacos e medicamentos fitoterápicos, simplesmente, faziam-se de esquecidos e desinteressados, rigorosos a ponto de nem mesmo aceitar estudos realizados por universidades federais. Isso um dia tem de ser contado de forma mais transparente, citando os impedidores e seus chefes como desarticuladores da indústria farmacêutica nacional, por um lado, desorganizadores da pesquisa nas universidades e fundações a partir de plantas de nossas florestas, por outro lado. E, enfim, como inibidores da soberania nacional em área que não deveríamos descuidar nem por um segundo.
Fazer o quê, se as vozes escutadas são sempre a de falsos profetas e doutores generalistas que, uma vez na mídia, ocupam-se do lugar de autoridade e aí, adeus anos, décadas de esforços, ações, pesquisas. Suja a imagem da pesquisa nacional e se refestela ao chamar todos de conspiradores. De forma clara, refiro-me aos comentários impertinentes e desavisados que o médico oncologista Drauzio Varella - autor e apresentador de sucesso, por seus livros, artigos na imprensa e participações no programa dominical Fantástico – costuma fazer sobre medicamentos fitoterápicos.
Estou certo que para levar a cabo seus comentários, deveria consultar alguns colegas que há muito tempo somam esforços para fazer valer a importância do que há em nossas matas e o resultado científico disso como fármacos e medicamentos. Ao consultar alguns deles, percebi que o médico Drauzio Varella tira conclusões próprias e apressadas. Ou, muito provavelmente, faz consultas a pessoas que jamais tiveram sensibilidade com as pesquisas brasileiras com fitoterápicos.
O resultado pode-se ver, também, na série É bom para quê?, que estréia neste domingo, dia 29, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50, e que terá quatro episódios, e na entrevista ao site da revista Época, na coluna da jornalista Cristiane Segatto, publicada no dia 13 de agosto, acentuada de que fez “ampla investigação sobre ervas e fitoterápicos”, “levantou evidências científicas relacionadas às ervas mais usadas no Brasil” e mergulhou “no mundo obscuro dos fitoterápicos”. Ao final de sua série e de sua entrevista, qualquer um pode se perguntar a quem ele se prestou defender com vastas observações aleatórias e imprecisas. Todavia, concluiu que “os brasileiros estão sendo enganados”. Vamos, então, viajar em algumas destas surpreendentes afirmações do médico Drauzio Varella.
O médico diz que o Ministério da Saúde criou uma medicina para pobres ao incluir oito medicamentos fitoterápicos em sua cesta de distribuição pelo SUS. “ (...) plantas que não têm atividade demonstrada cientificamente. Quando dizem que determinada planta tem atividade isso significa que em tubo de ensaio ela demonstrou ter determinada ação. Mas isso não basta. Para ter ação comprovada em seres humanos, falta muita coisa”, disse Drauzio Varella. E fataliza que quer mostrar que os fitoterápicos “têm de ser estudados. Têm de ser submetidos ao mesmo escrutínio ao qual medicamentos comuns são submetidos. Essas coisas são jogadas para o público sem passar por estudo nenhum”.
Ele se refere a: 1) Aroeira (Schinus terebinthifoliusRaddi), 2) Alcachofra (Cynara scolymus L.), 3) Cáscara sagrada (Rhamnus purshiana D.C.), 4) Garra do diabo (Harpagophytum procumbensD.C.), 5) Guaco (Mikania glomerata Spreng.), 6) Soja (Glycine Max), 7) Unha de gato (Ficus pumila), 8) Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia). Para facilitar a vida de Dr. Varella, cito os estudos relativos ao “Uso da Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) para Tratamento de Infecções Vaginais” e “Tratamento da vaginose bacteriana com gel vaginal de aroeira Schinus terebinthifolius Raddi KRONEL” (Luiz Carlos Santos e Melania Maria Amorim, do Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP) / Centro de Atenção à Mulher (CAM), referências no Brasil).
O médico Dráuzio Varella não sabe o que diz. Não sabe mesmo. Como se diz por aí, não sabe da missa um terço. Não sabe os rigores da ANVISA, bem mais rigorosa na aprovação de medicamentos que sua coirmã europeia e a americana. Se soubesse disso, saberia que há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na Europa e Estados Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses registro no país, tampouco patenteá-los.
O argumento de que os fitomedicamentos não têm validade por estarem na ANVISA registrados como alimentos é uma falácia, para não dizer ignorância do processo histórico das pesquisas com fitoterápicos no Brasil e a luta travada com os órgãos de registro. Para dar algum conhecimento a quem precisa de algum, a maioria dos estudos brasileiros com fitoterápicos, cumprindo todos os requisitos internacionais de pesquisa clínica, são colocados em um fila interminável de espera e exigências. Resta aos laboratórios, em parceria com centros de pesquisas, recorrerem à intermediação da justiça para fazerem o medicamento incluir-se em algum lugar de validade.
O Dr.Varella diz: “se eu tivesse autoridade [para proibir os fitoterápicos], mandaria recolher do mercado todos os fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido demonstrada cientificamente”. E adverte que, pensando assim, alguém dirá que ele fala em nome dos grandes laboratórios. Sugere que - fora ele que imagina um complô fitomedicaperigoso contra a saúde pública - quem pensar que ele pensa assim faz parte de uma teoria da conspiração.
Não acho. Acho que Dr. Varella não sabe nada das pesquisas brasileiras sobre fitoterápicos e é uma lástima que chegue a ele tanto dinheiro para maldizer os esforços brasileiros de pesquisa, confundindo – valha-me, Deus! - medicamentos com chazinhos. Seu desejo autoritário, contudo, para seu conhecimento, sempre se manteve no país e, provavelmente, para seu conhecimento, é um dos fatores mais atuantes para o entrave das pesquisas nacionais no aproveitamento das nossas riquezas naturais.
São os “doutores” Varella brasileiros, que pensam - por ignorarem coisas como boas Práticas de Fabricação e Programas de Bioequivalência, em uso no país - que não ajudam o Brasil a ter condições de produzir e patentear medicamentos a partir de seu potencial. É o mesmo tipo que diz que tiraria do mercado esse ou aquele medicamento, provavelmente, porque foi ao lugar errado para saber das pesquisas com fitomedicamentos no país. Felizmente, o poder deles é bem limitado. Felizmente e para nossa segurança.
O Dr. Varela está sendo no mínimo deseducado, além de mal informado, com uma gama quase inumerável de mestres, doutores e pós-doutores nas áreas de química de produtos naturais, farmacêuticos, químicos, médicos; de industriais sérios, de centros de pesquisas sérios que há anos estão querendo trazer o Brasil para o andar de cima. Mas existe gente como o Dr. Varela querendo puxar o Brasil para o andar de
baixo.
Josimar Henrique é Presidente da Hebron Farmacêutica e Diretor Temático de Assuntos Parlamentares da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades - ABIFINA
www.hebron.com.br
www.abifina.org.br
Email: presidencia@hebron.com.br
Nas duas últimas décadas, o Brasil tem se esforçado para desenvolver pesquisas farmacêuticas na área de fitoterápicos, à revelia de qualquer apoio público de pesquisa científica. Não se pode esquecer que países europeus, como a Alemanha, saíram na frente com medicamentos nascidos de plantinhas de nossas florestas. Por lá, parece mais fácil entender que manter acesas linhas de pesquisas em fármacos e medicamentos faz parte de um plano de soberania. Por aqui, vivemos de pastos e manadas, apenas.
Houve um momento recente na História do país que os órgãos envolvidos em subvencionar, aprovar e patentear o resultado das pesquisas brasileiras em fármacos e medicamentos fitoterápicos, simplesmente, faziam-se de esquecidos e desinteressados, rigorosos a ponto de nem mesmo aceitar estudos realizados por universidades federais. Isso um dia tem de ser contado de forma mais transparente, citando os impedidores e seus chefes como desarticuladores da indústria farmacêutica nacional, por um lado, desorganizadores da pesquisa nas universidades e fundações a partir de plantas de nossas florestas, por outro lado. E, enfim, como inibidores da soberania nacional em área que não deveríamos descuidar nem por um segundo.
Fazer o quê, se as vozes escutadas são sempre a de falsos profetas e doutores generalistas que, uma vez na mídia, ocupam-se do lugar de autoridade e aí, adeus anos, décadas de esforços, ações, pesquisas. Suja a imagem da pesquisa nacional e se refestela ao chamar todos de conspiradores. De forma clara, refiro-me aos comentários impertinentes e desavisados que o médico oncologista Drauzio Varella - autor e apresentador de sucesso, por seus livros, artigos na imprensa e participações no programa dominical Fantástico – costuma fazer sobre medicamentos fitoterápicos.
Estou certo que para levar a cabo seus comentários, deveria consultar alguns colegas que há muito tempo somam esforços para fazer valer a importância do que há em nossas matas e o resultado científico disso como fármacos e medicamentos. Ao consultar alguns deles, percebi que o médico Drauzio Varella tira conclusões próprias e apressadas. Ou, muito provavelmente, faz consultas a pessoas que jamais tiveram sensibilidade com as pesquisas brasileiras com fitoterápicos.
O resultado pode-se ver, também, na série É bom para quê?, que estréia neste domingo, dia 29, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50, e que terá quatro episódios, e na entrevista ao site da revista Época, na coluna da jornalista Cristiane Segatto, publicada no dia 13 de agosto, acentuada de que fez “ampla investigação sobre ervas e fitoterápicos”, “levantou evidências científicas relacionadas às ervas mais usadas no Brasil” e mergulhou “no mundo obscuro dos fitoterápicos”. Ao final de sua série e de sua entrevista, qualquer um pode se perguntar a quem ele se prestou defender com vastas observações aleatórias e imprecisas. Todavia, concluiu que “os brasileiros estão sendo enganados”. Vamos, então, viajar em algumas destas surpreendentes afirmações do médico Drauzio Varella.
O médico diz que o Ministério da Saúde criou uma medicina para pobres ao incluir oito medicamentos fitoterápicos em sua cesta de distribuição pelo SUS. “ (...) plantas que não têm atividade demonstrada cientificamente. Quando dizem que determinada planta tem atividade isso significa que em tubo de ensaio ela demonstrou ter determinada ação. Mas isso não basta. Para ter ação comprovada em seres humanos, falta muita coisa”, disse Drauzio Varella. E fataliza que quer mostrar que os fitoterápicos “têm de ser estudados. Têm de ser submetidos ao mesmo escrutínio ao qual medicamentos comuns são submetidos. Essas coisas são jogadas para o público sem passar por estudo nenhum”.
Ele se refere a: 1) Aroeira (Schinus terebinthifoliusRaddi), 2) Alcachofra (Cynara scolymus L.), 3) Cáscara sagrada (Rhamnus purshiana D.C.), 4) Garra do diabo (Harpagophytum procumbensD.C.), 5) Guaco (Mikania glomerata Spreng.), 6) Soja (Glycine Max), 7) Unha de gato (Ficus pumila), 8) Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia). Para facilitar a vida de Dr. Varella, cito os estudos relativos ao “Uso da Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) para Tratamento de Infecções Vaginais” e “Tratamento da vaginose bacteriana com gel vaginal de aroeira Schinus terebinthifolius Raddi KRONEL” (Luiz Carlos Santos e Melania Maria Amorim, do Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP) / Centro de Atenção à Mulher (CAM), referências no Brasil).
O médico Dráuzio Varella não sabe o que diz. Não sabe mesmo. Como se diz por aí, não sabe da missa um terço. Não sabe os rigores da ANVISA, bem mais rigorosa na aprovação de medicamentos que sua coirmã europeia e a americana. Se soubesse disso, saberia que há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na Europa e Estados Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses registro no país, tampouco patenteá-los.
O argumento de que os fitomedicamentos não têm validade por estarem na ANVISA registrados como alimentos é uma falácia, para não dizer ignorância do processo histórico das pesquisas com fitoterápicos no Brasil e a luta travada com os órgãos de registro. Para dar algum conhecimento a quem precisa de algum, a maioria dos estudos brasileiros com fitoterápicos, cumprindo todos os requisitos internacionais de pesquisa clínica, são colocados em um fila interminável de espera e exigências. Resta aos laboratórios, em parceria com centros de pesquisas, recorrerem à intermediação da justiça para fazerem o medicamento incluir-se em algum lugar de validade.
O Dr.Varella diz: “se eu tivesse autoridade [para proibir os fitoterápicos], mandaria recolher do mercado todos os fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido demonstrada cientificamente”. E adverte que, pensando assim, alguém dirá que ele fala em nome dos grandes laboratórios. Sugere que - fora ele que imagina um complô fitomedicaperigoso contra a saúde pública - quem pensar que ele pensa assim faz parte de uma teoria da conspiração.
Não acho. Acho que Dr. Varella não sabe nada das pesquisas brasileiras sobre fitoterápicos e é uma lástima que chegue a ele tanto dinheiro para maldizer os esforços brasileiros de pesquisa, confundindo – valha-me, Deus! - medicamentos com chazinhos. Seu desejo autoritário, contudo, para seu conhecimento, sempre se manteve no país e, provavelmente, para seu conhecimento, é um dos fatores mais atuantes para o entrave das pesquisas nacionais no aproveitamento das nossas riquezas naturais.
São os “doutores” Varella brasileiros, que pensam - por ignorarem coisas como boas Práticas de Fabricação e Programas de Bioequivalência, em uso no país - que não ajudam o Brasil a ter condições de produzir e patentear medicamentos a partir de seu potencial. É o mesmo tipo que diz que tiraria do mercado esse ou aquele medicamento, provavelmente, porque foi ao lugar errado para saber das pesquisas com fitomedicamentos no país. Felizmente, o poder deles é bem limitado. Felizmente e para nossa segurança.
O Dr. Varela está sendo no mínimo deseducado, além de mal informado, com uma gama quase inumerável de mestres, doutores e pós-doutores nas áreas de química de produtos naturais, farmacêuticos, químicos, médicos; de industriais sérios, de centros de pesquisas sérios que há anos estão querendo trazer o Brasil para o andar de cima. Mas existe gente como o Dr. Varela querendo puxar o Brasil para o andar de
baixo.
Josimar Henrique é Presidente da Hebron Farmacêutica e Diretor Temático de Assuntos Parlamentares da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades - ABIFINA
www.hebron.com.br
www.abifina.org.br
Email: presidencia@hebron.com.br
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Pós-Graduação em Sociologia da UFPE realiza seminários no dia 27.08.2010
Por: Ascom-UFPE
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da UFPE realiza amanhã (27) os seminários “Literaturas em África e Leituras Latino-americanas: Cruzamento de Sentimento?” e “Os paradoxos de uma Dupla Consciência”, ministrados pelos professores Eliane Veras Soares e Elísio Macamo, respectivamente. O evento faz parte do Programa de Intercâmbio PPGS/África, uma iniciativa do PPGS e do Núcleo de Estudos Brasil-África (NEBA).
Eliane Veras Soares é integrante do PPGS e possui experiência na área de Sociologia, com ênfase em Pensamento Social no Brasil. Atualmente, desenvolve pesquisa sobre os países africanos de língua portuguesa e é vice-líder do Grupo de Pesquisa "Sociedade Brasileira Contemporânea: Cultura, Democracia e Pensamento Social".
Elísio Macamo é membro do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Basiléia, na Suíça. Possui doutorado em Sociologia pela Universidade de Bayreuth, na Alemanha. É um grande estudioso da África e possui vários livros publicados, dentre eles “Planícies Sem Fim”, publicado pela Textos Editores, em 2008.
Os seminários serão realizados na Sala de Seminários do PPGS, localizada no 12º andar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), a partir das 9h. Para participar não é necessária inscrição.
Mais informações
(81) 2126.8285
ppgs.ufpe@gmail.com
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da UFPE realiza amanhã (27) os seminários “Literaturas em África e Leituras Latino-americanas: Cruzamento de Sentimento?” e “Os paradoxos de uma Dupla Consciência”, ministrados pelos professores Eliane Veras Soares e Elísio Macamo, respectivamente. O evento faz parte do Programa de Intercâmbio PPGS/África, uma iniciativa do PPGS e do Núcleo de Estudos Brasil-África (NEBA).
Eliane Veras Soares é integrante do PPGS e possui experiência na área de Sociologia, com ênfase em Pensamento Social no Brasil. Atualmente, desenvolve pesquisa sobre os países africanos de língua portuguesa e é vice-líder do Grupo de Pesquisa "Sociedade Brasileira Contemporânea: Cultura, Democracia e Pensamento Social".
Elísio Macamo é membro do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Basiléia, na Suíça. Possui doutorado em Sociologia pela Universidade de Bayreuth, na Alemanha. É um grande estudioso da África e possui vários livros publicados, dentre eles “Planícies Sem Fim”, publicado pela Textos Editores, em 2008.
Os seminários serão realizados na Sala de Seminários do PPGS, localizada no 12º andar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), a partir das 9h. Para participar não é necessária inscrição.
Mais informações
(81) 2126.8285
ppgs.ufpe@gmail.com
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Site digitaliza obras da Coleção Brasiliana
Um projeto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pôs na web a íntegra de quase 80 dos 415 títulos da coleção editada entre 1931 e 1993 pela Cia. Editora Nacional. São obras sobre antropologia, economia e sociologia, que podem ser consultadas no site www.brasiliana.com.br.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Ciclo Gaia de Palestras aborda o tema da Etnobiologia
Dando continuidade ao Ciclo Gaia de Palestras, atividade promovida em parceria com o Departamento de Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFPE, está marcada para a próxima terça-feira (10), às 19h na Livraria Cultura, a palestra "O que é Etnobiologia", ministrada por Ulysses Albuquerque, professor do Departamento de Biologia da UFRPE. Neste evento, aberto ao público, a discussão vai girar em torno da etnobiologia, ciência que aborda a conservação da diversidade biológica e cultural, bem como a descoberta de recursos naturais de potencial econômico.
O professor, biólogo formado pela UFPE, tem doutorado em biologia vegetal com ênfase em etnobotânica, além de trabalhar atualmente com sociobiodiversidade, ecologia e conservação de ecossistemas tropicais a partir dos eixos teóricos da antropologia ecologia, ecologia evolutiva e etnobotânica.
O Ciclo Gaia de Palestras, projeto advindo de associação entre o Departamento de Zoologia, do Centro de Ciências Biológicas da UFPE, a Fundação Gaia/Legado Lutzenberger, e a Livraria Cultura, está programado para a segunda semana de cada mês, sempre às terças-feiras, às 19h. O espaço oferece uma oportunidade para que cientistas, pesquisadores, ambientalistas e o público em geral se encontrem para discutir questões científicas e de interesse da comunidade em geral numa atmosfera agradável.
Mais informações
Ciclo Gaia de Palestras
http://www.ciclogaia.org
ciclogaia@gmail.com
O professor, biólogo formado pela UFPE, tem doutorado em biologia vegetal com ênfase em etnobotânica, além de trabalhar atualmente com sociobiodiversidade, ecologia e conservação de ecossistemas tropicais a partir dos eixos teóricos da antropologia ecologia, ecologia evolutiva e etnobotânica.
O Ciclo Gaia de Palestras, projeto advindo de associação entre o Departamento de Zoologia, do Centro de Ciências Biológicas da UFPE, a Fundação Gaia/Legado Lutzenberger, e a Livraria Cultura, está programado para a segunda semana de cada mês, sempre às terças-feiras, às 19h. O espaço oferece uma oportunidade para que cientistas, pesquisadores, ambientalistas e o público em geral se encontrem para discutir questões científicas e de interesse da comunidade em geral numa atmosfera agradável.
Mais informações
Ciclo Gaia de Palestras
http://www.ciclogaia.org
ciclogaia@gmail.com
sábado, 7 de agosto de 2010
Curso de Sociologia da Religião: Teoria e Prática
Tema do último livro do professor Donizete Rodrigues, onde faz uma abordagem teórica (sociológica e antropológica) do fenômeno religioso.
Dias e horário: 12 e 13 de agosto, às 17-19 horas.
Professor Donizete Rodrigues (Associate Professor , Columbia University)
Informações no Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE
Tópicos (duas horas cada).
1. O que é religião.
2. Antropologia da religião
3. Sociologia da religião
4. Modernidade e secularização
5. Novos movimentos religiosos
Dias e horário: 12 e 13 de agosto, às 17-19 horas.
Professor Donizete Rodrigues (Associate Professor , Columbia University)
Informações no Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE
Tópicos (duas horas cada).
1. O que é religião.
2. Antropologia da religião
3. Sociologia da religião
4. Modernidade e secularização
5. Novos movimentos religiosos
Lançamento Coletânea Luna, Caos e Lama (Ed. UFPE)

Dia 28 de agosto, às 10h
Mercado da Boa Vista, Recife (PE)
Org.: Maria Aparecida Nogueira e Maria das Graças Vanderlei da Costa
A professora Maria Aparecida Lopes Nogueira, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE, lançará o seu mais novo livro “Luna, Caos e Lama” no dia 28, às 10h, no Mercado da Boa Vista. São poemas em homenagem ao poeta Erickson Luna. As organizadoras são a própria autora e a professora Maria das Graças Vanderlei Costa, do IFPE e doutoranda da Pós em Antropologia. A docente escreveu algumas outras obras, entre elas “Almanaque: toda a oficina da vida”, “Cartografia do imaginário e da complexidade” e “Ode a Ariano Suassuna”, além de vários artigos publicados em periódicos.
Mais informações
Programa de Pós-Graduação em Antropologia
(81) 2126. 8286
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