domingo, 17 de abril de 2011

Marcha da Maconha em Recife (2011)

Onde: Torre de Malakoff, bairro do Recife Antigo

Quando: 22 de maio de 2011

Concentração: 15 h

Saída: 16:20 h


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Seminário debate os 50 anos do Movimento de Cultura Popular

Por: Ascom - UFPE

O Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação e o Núcleo de Teoria e História da Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFPE, numa parceria entre o Centro Paulo Freire – Estudos e Pesquisas e o GT-06: Educação popular/Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação (Anped), promovem o seminário “50 anos do Movimento de Cultura Popular (MCP): retrospectiva e balanço” no próximo dia 28.

O evento acontecerá no auditório do Centro de Educação da Universidade e objetiva registrar, por meio de mesas-redondas e debate acadêmico, a passagem dos 50 anos do Movimento de Cultura Popular, realizando, na ocasião um balanço da importância histórica, estética e pedagógica do movimento pernambucano.

A coordenação do evento é dos professores Flávio Brayner e André Ferreira, ambos do Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação e do PPGE. A programação terá início às 8h45, com palestra do professor Germano Coelho, atual superintendente do CIEE-PE e ex-integrante do MCP. Às 10h15, o tema abordado será “MCP: um olhar histórico”, pelos professores André Ferreira (UFPE), Danilo Streck (UFRGS) e Kelma Beltrão (Faculdade Guararapes), tendo como mediador o professor Geraldo Barroso (UFPE).

Às 14h, será debatido o tema “O MCP e suas expressões artísticas”, por Letícia Rameh, do Centro Paulo Freire, e Geraldo Menucci, maestro e ex-diretor do Departamento de Música do MCP. Atuará como mediador o professor Junot Cornélio (UFPE). Às 15h45, o tema “MCP: cultura e sociedade” será abordado pelos professores Flávio Brayner (UFPE) e Silke Weber (UFPE). O mediador será o professor Sérgio Abranches (UFPE). Às 17h15, haverá palestra com o escultor Abelardo da Hora, também ex-integrante do MCP. O encerramento será coordenado pelo professor Danilo Streck (UFRGS).

MOVIMENTO – O MCP mobilizou, no início dos anos 60, intelectuais, artistas, políticos, professores e estudantes em torno da definição, valorização e difusão da chamada “cultura popular”. O MCP foi uma experiência de política cultural democrática, pedagógica no essencial, que procurou refletir, através de diferentes expressões estéticas, a natureza da identidade nacional, da importância da cultura na mudança social e, sobretudo, do eventual papel do “povo” num projeto social em ruptura com a sociedade patrimonial.

Mais informações:
Professor André Gustavo Ferreira da Silva - DFSFE-UFPE
dfsfe.ce@gmail.com

Seminário Estadual de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas em Garanhuns (PE)

Dia:19 de Abril de 2011,das 8:00h às 17:00h,no Auditório HOTEL TAVARES CORREIA, Av.Rui Barbosa,296, - Heliópolis, Garanhuns -PE.

Público Alvo: CRAS, CREAS, ONG´s, Profissionais da Saúde e Educação, Conselheiros.

PROGRAMAÇÃO:

Manhã:

Apresentação do Plano Estadual de Enfrentamento ao Crack. Das 8:30hs às 09hs00min.

Drogas: Reflexões sobre uma política de prevenção. Das09hs00mim às 11hs.

Palestra / Debate: José Arturo Escobar – Biólogo – Estudante de Pós Graduação em Psicologia/UFPE, Membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Sobre Psicoativos - NEIP - e do Grupo de Estudos em Álcool e outras Drogas - GEAD/UFPE.

Tarde:

Estigma, Preconceito, Medo e Pânico Moral.

Mesa Redonda. Das 13hs30mim às 16hs.

Palestra/Debate: Wagner Lira – Biólogo e Antropólogo, Membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos - NEIP - e do Grupo de Estudos em Álcool e outras - GEAD/UFPE.

Crack: Dialogando sobre Prevenção e Enfrentamento ao crack e outras drogas.

Palestra/Debate: Gilberto Borges – Professor de História – Integrante da Rede de Redução de Danos.

Plenária. Das 16hs às 17hs

Encerramento. 17hs

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Subsídios para uma nova política de drogas: consumo de crack e saúde pública‏

Atividade do Centro de Estudos da ENSP

Instituição: ENSP/Fiocruz

Local: Salão internacional da ENSP - R. Leopoldo Bulhões 1480 - 4º andar - Manguinhos/RJ

Período: 25/05/2011

Informações: O evento terá como expositores a coordenadora psicossocial do Viva Rio/Viva Comunidade Fabiana Lustosa Gaspar, o pesquisador do Icict/Fiocruz, Francisco Inácio Bastos e a diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC/Ucam), Julita Lemgruber. A atividade será coordenada pela pesquisadora da ENSP Mônica Malta. O Centro de Estudos está marcado para 14 horas, é aberto a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

I Encontro Pernambucano de Biodança

Por: Ascom-UFPE

Biodança: você conhece? Esse é o mote do I Encontro Pernambucano de Biodança, que acontece no auditório do Centro de Artes e Comunicações (CAC) na entre segunda (18) e quarta (20) da próxima semana. O evento é promovido pela Escola de Biodança Rolando Toro de Pernambuco e homenageia o criador do Sistema Biodanza, Rolando Toro. As inscrições custam R$ 50,00 (inteira) e 25,00 (estudante) e deve ser feitas via site do evento.

“Buscamos discutir a proposta da biodança, entendida como um sistema de integração humana de renovação orgânica, de reeducação afetiva e de reaprendizagem das funções originárias da vida, bem como fazer um diálogo entre seus princípios e o que vem sendo produzido no meio acadêmico”, diz a coordenadora do evento, Lúcia Helena Ramos. Ela é mestra em Psicologia Social e diretora da Escola de Biodança há mais de 15 anos.

Podem participar pessoas vinculadas à biodança (facilitadores, pesquisadores, didatas, alunos), além de estudantes, professores e pesquisadores de diversas áreas. Entre os palestrantes estão os professores da UFPE Marcelo Pelizzori (Filosofia), Antonio Paulo Rezende (História), Lourival Holanda (Letras), Arnaldo Siqueira (Dança), Alexandre Freitas (Educação) e Carla Galvão (Psicologia).

Mais informações
I Encontro Pernambucano de Biodança
(81) 3038.2994
www.museudeartesafrobrasil.org.br
escolabio@hotmail.com / epeb2011@gmail.com

A busca de si numa religião hoasqueira – oralidade, memória e conhecimento na União do Vegetal (UDV)

Dissertação de Mestrado em Antropologia defendida na UFPA por Dilma Lopes da Silva Ribeiro, em dezembro de 2009, sob orientação da professora Dra. Marilu Marcia Campelo. A dissertação pode ser acessada em: http://pt.scribd.com/doc/52898777/Dissertacao-Ayahuasca-Ribeiro-UDV-UFPA-2009 Segue abaixo o resumo.

Resumo:
O presente trabalho apresenta os resultados da pesquisa etnográfica (baseada na perspectiva da participação observante) realizada junto à religião denominada União do Vegetal (UDV), tendo como locus a Região Metropolitana de Belém (PA). Uma religião de origem amazônica, a UDV está classificada como uma das três principais Linhas das Religiões da Ayahuasca, as quais, entre outras similaridades, têm em comum o uso do chá enteógeno derivado da decocção de duas espécies vegetais: o cipó Banisteriopsis caapi (mariri) e a folha Psychotria virídis (chacrona). Apresentando como recorte metodológico questões relativas ao uso da oralidade como modo exclusivo de transmissão dos ensinos, assim como os aspectos e configurações da memória para esse grupo, a pesquisa objetivou investigar de que modo essas categorias e suas inter-relações contribuem para a configuração da cosmovisão desse grupo – como uma forma de contribuir ao quadro das pesquisas sobre religiões e práticas religiosas na Amazônia.

PALAVRAS-CHAVE: União do Vegetal (UDV); oralidade; memória; conhecimento; etnografia.

Profissionais da educação participaram de oficina sobre o uso de drogas no ambiente escolar

Por: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco

Link publicado em: http://www.educacao.pe.gov.br/principal/exibir_materia.asp?CO_MATERIA=3897

Provocar mudanças dos paradigmas e das percepções sobre as drogas e seus usuários. Foi com esse objetivo que o mestre em antropologia, Wagner Lira, ministrou, na segunda-feira, 11 de abril, no auditório da Secretaria de Educação (SE), a oficina ‘O uso indevido de drogas no ambiente escolar: Fatores de riscos e medidas de prevenção’. Participaram professores, técnicos educacionais, gestores e representantes dos comitês de mediação e conciliação de conflitos.

‘Precisamos mudar a forma como o assunto drogas é abordado nas escolas, pois o tema é tratado transversalmente, e isso já não funciona mais. É preciso socializar as informações e trazer para o dia-a-dia dos jovens, das famílias, e da própria comunidade a realidade sobre o tema’, ressaltou Wagner.

A oficina contou com a parceria do Programa Escola Legal e faz parte das ações do Plano Estadual de Capacitação para Prevenção e Vigilância Social ao uso indevido do crack e outras drogas. Ele é promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social, e desenvolve ações como oficinas descentralizadas, seminários regionais de desenvolvimento, grandes encontros; oficinas escolares e de alinhamento; e fóruns de disseminação da Política.

Para a coordenadora do Programa Escola Legal, Karla Freire, toda parceria que envolva o tema é bem vinda. ‘A oficina servirá como mais um instrumento para o trabalho desenvolvido pelo programa. E a partir desse trabalho teremos como missão levar às escolas tudo que foi aprendido aqui. Seremos ‘formiguinhas’ para propagar a temática no ambiente escolar’, finaliza a coordenadora.